quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Fernanda Brum confronta "Mentalista" no encontro com Fátima Bernardes

A cantora e pastora Fernanda Brum esteve nesta terça-feira no programa Encontro com Fátima Bernandes, transmitido pela Rede Globo de televisão.



A atração abordou o tema de leitura de pensamentos, onde em certo momento, o mentalista Rick Thibau adivinhou o nome que a atriz Nívea Maria estava pensando, deixando a plateia admirada, menos Fernanda.

“Olha só, gente. Isso aqui é muito normal pra mim. Vocês estão muito surpresos, eu entendo. Mas isso é muito normal. Ele pode ter algumas vertentes diferentes a respeito do que está fazendo aqui. Ele pode fazer isso profissionalmente, como alguém que estudou escultura estética, psicologia sistêmica, ele pode ter se aprofundado em física quântica, ele tem várias vertentes para ser lidas agora. Agora, eu que tô lendo ele. Mas ele pode ter simplesmente nascido com o dom para a profecia. E isso é dado sem arrependimento. O problema é como a pessoa vai usar aquilo que recebeu. Então o que ele fez de adivinhar o nome que a Nívea estava pensando, isso acontecia em casa toda hora”, declarou.


"Isso acontecia lá em casa toda hora. As pessoas ajoelhavam para orar com minha avó e ela dizia "Você tem uma pessoa que deixou em casa, e essa pessoa está doente, e ela tem a doença tal, do lado esquerdo do peito, ou no direito. Volta lá e faz o exame, vê se eu estou falando a verdade e me mostra a cura divina". 


O clima desandou quando Fernanda disse que Rick fazia um ‘truque’ para adivinhar o pensamento das pessoas. “Truque é uma palavra que me ofende. E vocês estão convencidos, inclusive de que é algo espiritual”, rebateu ele, ofendido. Ela então o interrompeu, perguntando ironicamente se poderia dar ou não sua opinião.

Extraído do News Gospel

sábado, 21 de outubro de 2017

A Reforma Protestante também moldou a história do Brasil

Evangélicos do mundo inteiro comemoram os 500 anos da Reforma Protestante em 2017. As 95 teses de Lutero, afixadas na catedral de Wittenberg, causaram uma revolução que transcendeu as fronteiras da dissensão religiosa e moldaram a estrutura política, social e econômica da Europa.
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A Reforma é o maior avivamento cristão pós Igreja Primitiva. O ato de Lutero e de outros corajosos reformadores que enfrentaram o até então inquestionável poderio do Bispo de Roma, demonstrou a fragilidade teológica de uma Igreja mais preocupada com as questões mundanas do que com as celestiais, dominada por um clã corrupto, voltada à política, mirando o aumento de suas posses e do seu poder.
A nova mensagem correu veloz pela Europa. Se algumas porfias permaneceram no campo da teologia, outros aspectos foram levados em consideração. Foi a oportunidade que alguns reis encontraram para diminuir o poder papal. Na Inglaterra do testosterônico Henrique VIII, se tornou a desculpa perfeita para uma ruptura que possibilitasse o confisco de terras da Igreja, para citar um exemplo.
A Inglaterra estabeleceu o Anglicanismo. O continente se dividiu, com nações que aderiram à Reforma e nações que permaneceram católicas.
Como reação à Reforma, o Concílio de Trento estabeleceu algumas mudanças no catolicismo. Boa parte delas são tentativas de reafirmar o poder da Igreja num cenário de baixa. É a chamada Contrarreforma.
Este contra-ataque da Igreja Católica influenciou diretamente na colonização do Brasil.
Portugal era um dos países que se mantiveram alinhados à Roma. O país, com fortíssima tradição católica até hoje, estava começando a colonizar as terras encontradas por Pedro Alvares Cabral.
No contexto da contrarreforma nasceu a Companhia de Jesus, ordem missionária católica que objetivava conquistar novos adeptos à crença, num momento em que a Reforma estava em franca expansão e boa parte da Europa se convertia ao protestantismo.
Tornou-se, portanto, um propósito tático investir nos selvagens (índios) das regiões recém-descobertas, pois estes povos, na visão dos europeus, não apresentavam o mesmo grau de civilização alcançado por eles, de modo que, se controlados e “adestrados”, poderiam se tornar novos católicos.
Neste caldeirão de acontecimentos que  Manuel da Nóbrega, o fundador da ordem dos jesuítas (Companhia de Jesus), recomendou à vinda ao Brasil do famoso Padre José de Anchieta, o responsável pela catequização dos índios brasileiros.
Anchieta era espanhol, mas havia se mudado muito jovem para Portugal para estudar na Universidade de Coimbra. O padre veio para o Brasil e realizou o trabalho de alfabetização e conversão dos índios ao catolicismo.
José de Anchieta permaneceu o resto de sua vida no Brasil trabalhando junto aos índios. Foi essencial, inclusive, na proteção deles dos próprios portugueses, quando o processo de escravização de índios começou a ganhar vulto.
A presença católica é responsável, por exemplo, pelo nome da cidade de São Paulo, dado por Anchieta, por ter realizado a primeira missa na “cidade” no dia 25 de Janeiro, que é o dia da conversão de Paulo, segundo a tradição católica.
A presença dos jesuítas no Brasil contrabalançou os propósitos econômicos dos portugueses no país. Sua ação carimbou a força da tradição católica brasileira. Sendo Portugal um país que não absorveu elementos da Reforma, isto se traduziu na consolidação da religião brasileira, majoritariamente católica até hoje e fortemente influenciada por seus símbolos e tradições, mesmo com o grande crescimento protestante no país a partir do século XX.
A chegada tardia dos primeiros protestantes ao Brasil não modificou a estrutura já moldada.
E essa estrutura foi incentivada e planejada como forma de reação à Reforma que descatolizou boa parte da Europa.
Assim, através de ações e reações, fatos e consequências, o Brasil como construído foi fruto da tática de defesa católica contra os reformistas.
Mostrando que a Reforma Protestante também moldou a história do Brasil.
Extraído do Gospel Prime

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Culto jovem de Outubro. Mais uma vez Deus a frente!

O culto jovem do mês de outubro da União de Mocidade da Assembleia de Deus em Santa Luzia teve um gosto de frescor, além da presença de Deus notória e envolvente juntamente com toda a igreja, os jovens fizeram uma ação evangelística externa.












Os céus se moveram e uma vida foi alcançada para a honra e a glória do Senhor Jesus. O culto dentro do templo seguiu a mesma atmosfera da ação externa e mais uma vez Deus esteve a frente de tudo. Os louvores entoados e a palavra ministrada.

O fim do momento de culto emendou num açaí muito saboroso e mais momentos de alegria e comunhão entre os irmãos.

O culto de outubro também celebrou o niver de 44 anos do ministério de jovens da nossa igreja. Até aqui nos ajudou o Senhor.

domingo, 1 de outubro de 2017

Eu estou de luto pela música cristã. O que fizeram com ela?

Vivemos dias de confusão total na música evangélica, a que chamamos agora de música gospel. Esse termo veio lá dos norte-americanos. Foram eles que deram nome, novos rumos e nova identidade, e finalmente, foram eles que nos influenciaram, para o bem e para o mal.
E já vão longe os dias em que os cantores evangélicos cantavam de forma simples, não faziam longas e cansativas ministrações. Eles simplesmente ajudavam na preparação para a mensagem que seria pregada logo mais pelo pastor. Eles ajudavam a elevarem o clima de adoração e devoção a Deus no culto público, e só. Não havia show, não havia apresentação, havia temor.
Quando ouvi um certo áudio, que anda circulando desvairadamente pela internet, que é atribuído a uma jovem e talentosa cantora gospel, uma compaixão surgiu no meu coração. Não somente por ela, mas por todos os que circulam nesse meio.
Se for ela mesma a protagonista desse triste drama, a cantora estaria, então, se despindo daquela roupagem gospel fabricada pela assessoria de imprensa? Os xingamentos e as discussões daquele áudio me fizeram chorar por dentro. A que ponto chegamos? Onde está o nosso erro? Por que temos que presenciar essa derrocada total de uma cultura evangélica que deveria ser diferente?
O grande problema é que temos sido iguais aqueles aos quais o Senhor mandou combater, repreender e ensinar. Eis o nosso problema. Temos nos portado, hoje, tal e qual o povo israelita se portou ao entrar na Terra de Canaã. Aqui estamos nós repetindo os mesmos erros que eles. Ao invés de condenar e destruir, temos mantido a abominação, nos misturado e nos tornado igual aos moradores dessa terra que Deus já amaldiçoou.  É só fazer uma análise na a área musical evangélica. Repare no grande interesse que temos por celebridades que dizem que se converteram. Repare também que logo depois do anuncio da conversão surge no mercado o produto dessa migração, e o show secular torna-se show “gospel”, a música atrevida recebe pinceladas de espiritualidade.
Há também muita bajulação envolvida nesse relacionamento entre os cantores e seus fãs. Só a utilização desse nome “fã” no nosso meio já denuncia escancaradamente que algo está muito errado com o povo que se diz separado por Deus. A palavra Fã é uma abreviatura do termo estadunidense Fanatic e denomina aquela pessoa que tem admiração demasiada por algo ou alguém.  Nesse ambiente entra em cena as indústrias fonográficas e as editoras, que de forma profissional trabalham com estes “fanáticos”, disponibilizando farto material com o fim de aguçar esse sentimento, cada vez mais. Objetos como pôsteres, autógrafos, camisetas, canecas e milhares de outros mais são providenciados, além das apresentações ao vivo. É inegável que há uma relação comercial bem estabelecida.
E pior é que todas as formas de comercialização foram adicionadas passivamente ao nosso meio evangélico. E o mais danoso em toda essa relação entre os fãs evangélicos e seus “ídolos” não é tanto esses objetos oferecidos para venda, mas sobretudo, a áurea de santidade que lhes é imputada, já na saída. Todos eles fazem ministrações, todos eles pregam e ensinam, a eles são entregues a condução total dos cultos nas igrejas, mesmo que estes cantores tenham acabado de supostamente se converterem ao evangelho. Há um interesse das empresas que os divulgam de que estes, de imediato, se tornem referencial para os cristãos, tanto de conduta como de santidade.
As músicas viram também tratados teológicos, de modo que muitas heresias são cantadas como verdade, e a grande maioria nem se dá conta disso. 
A realidade por trás de toda essa orquestração é que muitos desses cantores jamais leram as Escrituras toda, não foram discipulados e acompanhados por um pastor idôneo, não tiveram tempo para amadurecer a fé. E por não estarem prontos, eles aceitam toda essa estrutura comercial e acabam por entrar em terreno perigoso e escorregadio. Aceitando toda essa bajulação e lisonjas públicas excessivas, mal percebendo que eles entraram em uma rota de desmoronamento, perigosa e fatal.
É por isso que muitos deles acabam não suportando e sucumbem. Tombam para a frente como aqueles ídolos dos filisteus tombaram diante da Arca da aliança. Para mim esses ídolos gospel são pobres coitados que inadvertidamente adentraram em um terreno santo, que é a glória de Deus. E o profeta Isaías segue avisando. “ Eu sou o Senhor; esse é meu nome! Não darei a outro a minha glória, nem a imagens o meu louvor”. Nada pode ser posto entre o homem e Deus, a não ser o seu filho Jesus Cristo. Somente a Trindade Santa suporta a adoração.
Presenciar jovens talentosos sucumbindo aos prazeres do mundo é triste demais.  Mas, a verdade é que poucos sabem lidar com os talentos que são lhes são dados por Deus. E ainda muito poucos são os que entendem que este talento que lhes foi cedido é somente para a edificação da igreja, e para a evangelização dos povos e cada um será cobrado pelo que recebeu do Senhor. 
Quando ouvimos a interpretação de uma linda canção, ou lemos um excelente livro, ou ouvimos uma linda pregação, ou ainda outra coisa que remeta à beleza, esse meio que foi utilizado tem um objetivo específico que é apontar para o Criador. Tudo que é belo tem endereço certo, a glória de Deus.
Por isso devemos olhar para estes portadores de talentos com solidariedade, porquanto trazem em si algo que não lhes pertence. E que se mal utilizados, estes os podem destruir completamente. Lembram de Sansão? Aquele jovem recebeu força e vigor fenomenal para livrar o povo. Mas, logo, logo, ele começou a fazer as coisas à sua maneira, usando a fabulosa força divina para os seus prazeres. O final dessa história eu e você conhecemos bem, destruição, choro e arrependimento culminando na morte dele.
Precisamos urgentemente rever muitas das nossas próprias atitudes em relação a estes cantores e cantoras do nosso meio. Devemos começar a fazer a diferenciação correta do que é canto e do que é pregação. Cantor quase nunca é pregador e mestre, salvo estritíssimas exceções. Cantores não são melhores que o restante do povo, cantores não são infalíveis, cantores pecam, cantores são limitados, cantores caem, cantores precisam levantar e prezar, mais do que nunca, pela santificação, como todos nós. O nosso exemplo máximo continua sendo Cristo. Ele veio ao mundo para apontar para a Glória do Pai.
E a nós nos cabe somente seguir imitando a Ele. Mesmo que certos cristãos são tão comprometidos com Cristo que também nos serve de direcionamento, estes precisam ser observados bem de perto, e só quem convive com eles é que poderão saber sobre suas obras, se são boas ou más. 
Nós, de longe, ouvindo suas músicas não poderemos saber, de fato, vivem o que cantam. Mas, torcemos para que vivam em santidade e conforme os dons que lhes foram entregues.
Text de Sady Santana do Gospel Prime

Yom Kipur - O Dia do Perdão

O Yom Kipur, o Dia do Perdão, foi estabelecido, por Deus, nas Sagradas Escrituras, como o dia em que o homem deveria comparecer diante do Eterno para fazer expiação pelos seus pecados. Expiar: remir (pagar) os seus pecados, através da fé no sangue substituto dos animais.
Para compreendermos melhor a importância desta festa, tanto para os judeus, como também, para nós, cristãos, é necessário pensarmos a respeito da forma como ela era realizada nos tempos bíblicos, como é comemorada nos dias de hoje, pelos judeus, e sua relação profética com o Messias, Jesus.
O Yom Kipur é a mais importante das festas dadas por Deus à Israel. Ocorre sempre no dia 10 de Tishri (sétimo mês do calendário judaico e corresponde aos meses de setembro/outubro do nosso calendário), este ano corresponde ao dia 29 de setembro. Um dia solene de descanso, ou seja, se tornava um shabat, o povo devia afligir a alma através do jejum (Lv 16:29-31; Sl 35:13). A alma não afligida devia ser eliminada da comunidade (Lv 23:29).
Os Preparativos envolvia a expiação pelo pecado do próprio sumo-sacerdote e sua família. Com as vestes sacerdotais e um cordão amarrado na cintura, o sumo-sacerdote sacrificava ao Senhor em seu próprio favor e, depois de ter sido aceito por Ele, iniciava-se o momento de expiação a favor do povo por meio de dois bodes e um carneiro (Lv 16:5-8). O bode, sobre o qual caia a sorte pelo Senhor, era oferecido para expiação pelo pecado, o outro seria o bode emissário enviado ao deserto, azazel, (Lv 16:9,10,20-22).
Ao falarmos sobre o Yom Kipur nos dias de hoje, é preciso lembrar que Israel está, desde o ano 70 d.C., sem o seu Templo Sagrado, o único lugar, no qual Deus permitia a  realização dos sacrifícios. Não se faz mais o sacrifício de sangue pelos pecados do povo de Israel (Dt 12:11; Os 3:4-5). Os judeus da atualidade consideram o Yom Kipur como um dia temível, um dia de decisão entre a morte e a vida eterna. Por isto os judeus afligem sua alma com jejum total de vinte e cinco horas (Lv 23:32). Os meninos a partir dos 13 anos e meninas a partir dos 12, as crianças menores ficam sem guloseimas.
O quê é proibido no Yom Kipur? Comer e beber, calçar sapatos de couro, lavar-se,  usar perfume ou maquiagem, passar óleo ou creme e ter relações sexuais. Deve se usar uma roupa especial, os homens devem vestir: o kitel (robby branco), o talit, manto de oração (Nm 15:22-31).
De uma solenidade nunca igualada nas outras cerimônias judaicas é a noite de Cól Nidrê, com que inicia-se a celebração, com destaque da anulação de todos os votos insensatos feitos durante o ano. Das preces recitadas se destaca Al Hêt, onde se faz confissão coletiva de todas as categorias de pecados. Hatimá Tová é o selo favorável, que se espera ter alcançado. 
No ofício religioso se realiza a oração memorial de Yizcór em memória dos mártires do judaísmo. A última parte do cerimonial de Yom Kipur chama-se Neilá, ou seja, encerramentoao som do Shofar, que, num toque longo e único, recorda o Yiovél, o ano do Jubileu. A legislação hebraica reconhecia antigamente o ano de YOVÉL (Jubileu), que se repetia a cada cinquenta anos. Sendo, como é, “O Sábado dos Sábados”, Yom Kipur se despede também com uma Havdalá, cerimônia com que se finaliza a celebração do sábado.
Mas, sem o templo, como fica a expiação? Os rabinos ensinam que o arrependimento, as orações feitas à noite (slihoth – perdões), as ofertas de caridade,  os jejuns, e até a própria morte, na melhor das hipóteses, expiaria o pecado da pessoa. Contudo, sabemos que sem derramamento de sangue não há perdão de pecados (Lv 17:11; Hb 9:22).
Podemos identificar, de muitas maneiras, o Messias Jesus, na festa bíblica do Yom Kipur. A começar pelo fato de que tudo era executado pelo sumo-sacerdote  (Jesus é sumo-sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, ordem superior a de Arão – Sl 110:4 comp. Hb 7:13-17). O bode sacrificado e o bode emissário representam aquele aspecto da morte do Messias que vindica a santidade e a justiça de Deus  (Hb 10:10). O sumo-sacerdote entrando no Santo dos Santos é um tipo de Cristo entrando no santuário celestial (Hb 9:11,12,24). Jesus Cristo como sumo-sacerdote também é a oferta para a expiação do pecado (Hb 7:27; 9:28). Quem tem o Messias tem o verdadeiro Kipur (perdão). Após a “angústia de Jacó” haverá redenção para Israel (Zc 12:10).
Aquele que tem o perdão do Filho de Deus, pode perdoar: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4:32). O perdão é a maior demonstração de amor: “Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama” (Lc 7:47).
O dia do Yom Kipur foi realizado na cruz do Calvário e através do sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo e o selo favorável (hatimá tová) é sem dúvida o selo do Espírito Santo na vida do salvo (2 Co 1:22). Concluo com as palavras do salmista que diz: “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto” (Sl 32:1).
Estudo escrito pelo Pr. Alexandre Dutra

Malafaia denuncia exposição no MAM: “bandidos erotizando crianças em nome da arte”

O pastor Silas Malafaia está denunciando a performance que colocou um homem nu sendo apalpado por uma criança no 35º Panorama da Arte Brasileira no MAM (Museu da Arte Moderna), em São Paulo.
As fotos e vídeos da exibição tiveram grande repercussão nas redes sociais e, a exemplo do que ocorreu com o Queer Museu em Porto Alegre, revelou que a incitação à pedofilia é justificada por movimentos de esquerda como aceitável quando feita em nome da arte.
As imagens do coreógrafo carioca Wagner Schwartz deitado no chão, sem roupa, sendo apalpado por uma menina foram usadas por Malafaia no vídeo que ele gravou nesta sexta-feira (29), para exemplificar o que ele classificou como “lixo moral”. O líder do Ministério Vitória em Cristo voltou a apontar como “ativistas gays, esquerdopatas e libertinos”, querem impor sua agenda na sociedade.
Por ser também psicólogo, Malafaia apontou para o fato de que as crianças não têm maturidade para diferenciar certos tipos de informação, classificou a performance como “afronta ao pequeno ser”.
Recorrendo à Constituição Federal e o Estatuto de Criança e do Adolescente (ECA), enfatizou que não se trata de uma questão religiosa, mas legal, afinal não foram protegidos os direitos das crianças.
Ele pediu a intervenção do procurador federal do Estado de São Paulo e a Ordem dos Advogados do Brasil, que não pronunciaram sobre o caso.
O pastor classificou a erotização de crianças em nome da arte de mais uma tentativa de se destruir os valores morais da sociedade. Pediu também cadeia para os responsáveis pela exibição no MAM.

Criança é estimulada a tocar em homem nu em “performance”

O Museu de Arte Moderna de São Paulo foi alvo de polêmicas nesta semana por internautas. O alvo é uma performance ocorrida na abertura do 35º Panorama da Arte Brasileira, ocorrida nesta terça-feira (26).
As acusações são de apologia à pedofilia, pelo fato de fotos e vídeos da apresentação serem divulgados na web e pela presença de uma criança no local, que tocou na perna e na mão do performer. A performance foi feita pelo coreógrafo Wagner Schwartz.
A apresentação em questão é baseada em La Bête, uma performance cujo corpo do artista é passível de interação com o público. O “bicho”, abordado na ação, é uma interpretação da obra da artista Lygia Clark (1920-1988).
Pela polêmica em torno da presença da criança, o Museu de Arte Moderna de São Paulo publicou uma nota. Com o texto, a instituição afirmou que avisos eram existentes no local e a criança entrou no local juntamente com a mãe.
“A sala estava devidamente sinalizada sobre o teor da apresentação, incluindo a nudez artística, seguindo o procedimento regularmente adotado pela instituição de informar os visitantes quanto a temas sensíveis”, justificou o museu.
“O trabalho apresentado na ocasião não tem conteúdo erótico e trata-se de uma leitura interpretativa da obra Bicho, de Lygia Clark, historicamente reconhecida pelas suas proposições artísticas interativas”, afirmou.
A instituição declara lamentar as interpretações em torno da apresentação. “A instituição acredita no diálogo e no debate plural como modo de convivência no ambiente democrático, desde que pautados pela racionalidade e a correta compreensão dos fatos”, acrescentaram.
A performance ocorrida em São Paulo também fora divulgada no Instituto Goethe, em Salvador, capital do estado da Bahia, entre os dias 19 e 20 de agosto. Segundo a Gazeta do Povo, a instituição afirmou que “cada obra ou atividade da programação só acontece se houver conversa, toque, corpo-a-corpo”. Com informações Folha de S.Paulo