quarta-feira, 31 de maio de 2017

Culto de junho da Umadestal será na matriz

O culto da juventude da Assembleia de Deus em Santa Luzia é neste sábado, dia 03 de junho a partir das 18h30.

Você é o nosso convidado especial para juntos prestarmos culto ao Senhor por tudo que ele é e tem feito.

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O culto será realizado na matriz na Rua Euclides Ninho, 23 - Santa Luzia, São Gonçalo/RJ. Esperamos por você.

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Líderes cristãos egípcios falam do orgulho em morrer por Jesus

Os cristãos do Egito, na maioria coptas, estão sofrendo grande pressão após o assassinado de 29 fiéis, incluindo várias crianças. Ameaçados de extermínio pelos jihadistas do Estado Islâmico e abandonados pelo governo, eles dizem que irão resistir até o fim.
“Temos orgulho de morrer sem negar a nossa fé [em Jesus]”, disse o bispo Makarios, o principal líder copta de Minya, no fim de semana.
No sábado, homens armados forçaram os cristãos que estavam em dois ônibus e uma caminhonete a caminho de um mosteiro a pararem. Retirados dos veículos, ouviram que se não renunciassem sua fé e se convertessem ao islã, morreriam.
A notícia que nenhum capitulou, nem mesmo entre as crianças, e por isso foram martirizados, enviou uma forte mensagem a todos os cristãos do país.
Milhares de pessoas ficaram do lado de fora do templo onde foi realizado o velório coletivo. Expressando seu sofrimento e também tristeza pelas famílias das vítimas, algumas manifestações mostram que o crime mexeu profundamente com a igreja egípcia.
“Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!”, bradava um grupo diante da Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. “Queremos justiça ou morrer como eles”, ecoaram outros. Ouviu-se ainda uma frase que mostra oposição direta ao credo islâmico: “Não há Deus senão Jeová, e o Messias é Deus!”.
Também chama atenção os relatos dos sobreviventes, que contam como as crianças tentaram se esconder sob os assentos de ônibus para escapar dos primeiros tiros.
Um menino pequeno, com cerca de 6 anos, disse que sua mãe o empurrou para debaixo de seu assento e o cobriu com um saco, explica a rede CBC. Uma jovem que se recupera no hospital disse que os agressores roubaram todas as joias e dinheiro que conseguiram antes de abrir fogo, matando os homens primeiro e depois algumas das mulheres.

Conquista jihadista

Desde o final do ano passado, quando anunciaram ao mundo que estavam chegando no Egito para conquistar, soldados do Estado Islâmico já mataram mais de 100 cristãos em uma série de ataques separados, incluindo atentados a igrejas e assassinatos premeditados.
O governo egípcio deu uma resposta tímida à onda de violência, decretando estado de emergência após as explosões durante a Páscoa. No final de semana realizou uma série de ataques aéreos contra supostas bases do Estado Islâmico na vizinha Líbia, mas sem eficácia comprovada.
Os coptas reclamam que o governo não está fazendo o suficiente para protegê-los de radicais e punir os responsáveis. Entre as muitas famílias que fugiram da Península do Sinai, ao Norte, a queixa é que não tiveram qualquer ajuda governamental para que possam recomeçar.
O caso mais conhecido é o de Nabil Saber. Ele saiu da aldeia de Al-Arish com a família e tentou se estabelecer em Port Said em fevereiro. Sem emprego nem apoio do governo, decidiu voltar para sua antiga casa e acabou morto pelos jihadistas.
Diferentes líderes mundiais condenaram o massacre de cristãos pelo Estado Islâmico, desde o Papa até o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas nenhuma ajuda financeira foi oferecida aos refugiados da Península do Sinai nem às famílias das vítimas.
A mídia deu bastante espaço para mostrar a morte de crianças que se estavam em um show de música na Inglaterra semana passada, mas pouco se falou sobre as crianças que foram mortas enquanto iam para a oração. As motivações dos assassinos nos dois casos foi a mesma, mas ainda assim esconde-se do grande público que trata-se da mesma guerra contra os “infiéis não islâmicos”. Com informações Christian Post

“A maior culpada é a igreja”, afirma Nani Azevedo sobre crise política

O cantor e compositor Nani Azevedo participou do programa Onde os Fracos Têm Vez, veiculado pela Sara Brasil FM de Florianópolis, em Santa Catarina, e apresentado pelo radialista e compositor Elvis Tavares. Durante a programação, veiculada no último sábado (27), o músico falou sobre carreira, cenário evangélico e política nacional.
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Questionado sobre o fato da crise política e institucional ocorrer no período em que evangélicos crescem entre a população, Nani fez suas críticas. “O Brasil está nessa situação política, e a maior culpada de tudo isso é a própria igreja”, disse o cantor, que explanou sua tese.
“A igreja não tem tido unidade, cada um está preocupado com o seu próprio umbigo, é um querendo pegar membro do outro, é uma competição. Não existe unidade no corpo e para o corpo. Isso no geral. Não estou dizendo que não tem gente boa. Tem. Mas no geral tá assim”, afirmou Nani.
Azevedo afirmou que os evangélicos brasileiros deveriam se mover mais para orar pelo Brasil. “A igreja está preocupada em fazer reuniões. Ninguém tem visão própria, é um copiando a visão do outro, tudo o que vem lá de fora a gente vai comendo. Infelizmente”, criticou.
O cantor também fez suas críticas ao grupo de evangélicos que compõem o cenário legislativo da Câmara. “A bancada evangélica lá em Brasília é pequena demais, fraca demais e também não é unida. Sabe quem vai dar jeito nisso aí? Só Jesus. Mas através da igreja”, concluiu Nani Azevedo.
Entre outros temas abordados no programa, o músico falou de suas visões acerca do atual cenário de música cristã contemporânea no país, sua trajetória como intérprete, incluindo sua antiga parceria com Jorge Araújo, além de outros detalhes artísticos desde o disco que o revelou nacionalmente, Bendito Serei (2007).

domingo, 28 de maio de 2017

Especial: Ordem e decência no culto já!

Há a necessidade de que o Culto ao Senhor seja organizado, com horário para começar e terminar, dentro de parâmetros de convivência social que abençoem a comunidade, sem causar escândalo e embaraço.
Também mencionamos que a vontade prevalecente num Culto deve ser a do cultuado, não a do cultuador, de maneira que se queremos adorar a Deus, os parâmetros a seguir são os Dele não os nossos.
Hoje prosseguimos no tema, afinal, manter-se dentro do horário e do volume apropriado não garante por si só que um Culto seja decente e ordeiro.

O melhor capítulo bíblico para evocarmos é I Co 14. Extrai dele alguns versículos para que nos norteiem. Mas recomendo que você o leia por completo ao término da leitura deste artigo.
Dou graças a Deus por falar em línguas mais do que todos vocês.
Todavia, na igreja prefiro falar cinco palavras compreensíveis para instruir os outros a falar dez mil palavras em língua.
Irmãos, deixem de pensar como crianças. Com respeito ao mal, sejam crianças; mas, quanto ao modo de pensar, sejam adultos.
Pois está escrito na Lei: “Por meio de homens de outras línguas e por meio de lábios de estrangeiros falarei a este povo, mas, mesmo assim, eles não me ouvirão”, diz o Senhor.
Portanto, as línguas são um sinal para os descrentes, e não para os que crêem; a profecia, porém, é para os que crêem, e não para os descrentes.
Assim, se toda a igreja se reunir e todos falarem em línguas, e entrarem alguns não instruídos ou descrentes não dirão que vocês estão loucos?
1 Coríntios 14:18-23
Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar.
Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus.
1 Coríntios 14:27,28
Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos,
1 Coríntios 14:33
Mas tudo deve ser feito com decência e ordem.
1 Coríntios 14:40
Os versículos listados estão todos dentro do mesmo contexto, em continuidade à mesma tratativa, não tendo sido pinçados aleatoriamente para construir uma defesa.
À luz destes versículos como não questionar algumas práticas cada vez mais recorrentes no meio cristão atual?
Como não reconhecer que há divergências cruciais entre as recomendações dadas por Paulo sobre o uso dos dons de línguas no culto e o que se vê hoje em dia em algumas igrejas?
Me digam onde está a biblicidade de determinadas “unções” e “moveres” que se proliferam em determinadas igrejas, onde a ordem e a decência são sobrepujadas por espalhafato, teatralidade espiritual e, em alguns casos, até mesmo a truculência?
Onde a Bíblia diz que devem falar dois, NO MÁXIMO TRÊS e alguém deve interpretar, vemos agora dezenas, muitas vezes centenas de irmãos gritando ao mesmo tempo, sem qualquer condição de edificação, muito menos de que haja possibilidade de se interpretar o que estão dizendo.
Meu querido, se você crê que a Bíblia é inerrante, ou seja, é a Palavra INFALÍVEL de Deus, e ela diz que no culto público devem orar em línguas no máximo dois ou três e haver interpretação, só podemos chegar à conclusão de que se há dezenas ou centenas verberando em línguas estranhas sem nenhuma interpretação, tal movimento não está alinhado ao que o próprio Espírito inspirou Paulo a escrever em Sua Palavra!
Pois se Paulo escreveu sob inspiração e seu escrito contraria o que se vislumbra em diversas igrejas, como considerar que o Espírito que atua é o mesmo, se a mensagem e a ação se contradizem?
Há casos em que uns correm pelos corredores, outros giram e agitam mãos, não raro atingindo ou lançando cadeiras em irmãos indefesos.
O versículo 33, ainda no mesmo assunto e contexto é taxativo, “pois Deus não é Deus de desordem, é Deus de paz”. Pois bem: Que paz e ordem há numa ação coordenada pelo próprio Espírito em que temos que permanecer em estado de atenção para não sermos atingidos por um “crente cheio da unção”?
Cadê a ordem numa manifestação em que os membros correm, rolam no chão, uivam e aparentam ter perdido o controle dos seus atos, assustando eventuais visitantes e descrentes que estejam visitando a Igreja?
Paulo escreve: Assim, se toda a igreja se reunir e todos falarem em línguas, e entrarem alguns não instruídos ou descrentes não dirão que vocês estão loucos?
Sim. É óbvio. Um descrente que esteja visitando se sentirá muito mais acuado e assustado com o que está vendo do que atraído para a catarse coletiva.
Infelizmente, vivemos uma fase de imediatismo na igreja. Ir prestar Culto e Reverência ao Senhor dos senhores não basta, é preciso uma nova experiência o tempo todo. Todos têm que sair do culto cambaleando no Espírito ou não receberam o Poder.
Não esqueçamos que uma das evidências do Fruto do Espírito é o domínio próprio!
Não esqueçamos que o culto não é somente o lugar para você “caçar” novas experiências, é o momento em que o Senhor deve ser adorado e onde você, muitas vezes, deve se calar em reverência para ouvi-Lo falar.
Respeitando sempre as regras de culto estabelecidas pelo cultuado, pois, repito, quem decide como um culto deve ser prestado é o cultuado, não o cultuador. O padrão precisa ser aquele que Ele especificou.
A partir do momento em que alguém da sapiência do Apóstolo Paulo diz: “Todavia, na igreja prefiro falar cinco palavras compreensíveis para instruir os outros a falar dez mil palavras em língua.”, creio que, de nossa parte, ao menos uma reflexão deve ser suscitada.
Deus é Deus de ordem e decência. O Culto é a Ele e deve ser realizado conforme Ele ordenou. Deus não é Deus de confusão ou mentira. Sendo Ele Espírito, que sentido faria Ele próprio causar o rebuliço que inspirou Paulo a repreender?
Concluo com as palavras do apóstolo:
Portanto, meus irmãos, busquem com dedicação o profetizar e não proíbam o falar em línguas.
Mas tudo deve ser feito com decência e ordem. 
1 Coríntios 14:39,40
Extraído do Gospel Prime

Texto de Renan Alves

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Espaço Jovem celebra comunhão e alegria entre jovens

A largada foi dada para o espaço de comunhão, consagração e também entretenimento dos componentes da mocidade da Assembleia de Deus em Santa Luzia.

No dia 20 de maio a partir das 17h30, começou o primeiro Espaço Jovem. A reunião ocorrerá em sábados e visa promover a interação entre os integrantes do conjunto. Teve tempo para dinâmicas, os famosos quebra-gelos, adoração e oração.










A fórmula é que não haverá fórmula, podendo ocorrer tardes de louvor, debates, evangelismo, estudos e até cinema entre os irmãos.

O primeiro Espaço Jovem ainda promoveu breve palestras setorizando os jovens solteiros e casados. Benção pura.

Agradecemos a Deus pela oportunidade concedida, pela presença dele que foi real e pela participação dos jovens abraçando o objetivo do evento, pela diretoria envolvida, pela participação do casal abençoado Joel e Patrícia e a equipe da cozinha que com amor doou tempo e mão na massa! Que venham os próximos.

domingo, 21 de maio de 2017

Jesus Culture lança álbum em português

A banda Jesus Culture lançou um novo disco nesta sexta-feira. Mas, desta vez, trata-se de um projeto paralelo, chamado Jesus Culture em Português. A obra conta com bases instrumentais executadas pela banda e vocais gravados por Chris Quilala e Kim Walker-Smith.
Imagem: Reprodução
A notoriedade do Jesus Culture, grupo que lança álbuns desde 2006, é considerável no Brasil. Várias das canções do disco, anteriormente, foram versionados por cantores e bandas como Nívea Soares, Leo Fonseca e Diante do Trono. Agora, a banda trouxe suas versões com os arranjos originais.
A produção musical do álbum foi anunciada ainda em 2015, durante uma turnê do grupo no Brasil. “Nos esforçamos muito para que a igreja no Brasil tivesse o álbum em sua língua e pudesse alcançar a muitos com a sua mensagem poderosa, que é a mensagem de Jesus”, dizem os músicos, acerca da pronúncia.
O projeto gráfico é uma releitura da capa da coletânea This is Jesus Culture. O disco foi lançado em 2015 e reuniu os maiores hits da banda contidos em vários discos. Assim, a obra reuniu músicas como “Your Love Never Fails”, “How He Loves”, “Rooftops” e “Unstoppable Love”.
O lançamento do disco, disponível nas plataformas digitais, foi feito pelo selo Jesus Culture Music em parceria com Sparrow Records. No Brasil, a obra também está disponível em formato físico. A distribuição, por sua vez, é exclusiva da Onimusic.
“Brasil! Ouvimos falar que vocês queriam um álbum em português, aqui está! Jesus Culture em português apresenta canções como “Teu Amor Não Falha”, “Santo Espírito”, “Amor Feroz” e outras, gravadas com o Chris Quilala e a Kim Walker-Smith”, disse a banda por meio de uma publicação no Facebook.
Confira abaixo versões de Santo Espírito e Existe um rio:


Adaptado do Gospel Prime

sábado, 20 de maio de 2017

Jozyanne lança álbum Coragem

A cantora Jozyanne lançou, na última sexta-feira (12), o álbum Coragem. Disco sucessor de Esperança, lançado em setembro de 2014, conta com distribuição digital e física da gravadora carioca Central Gospel Music.
O disco foi produzido pelo irmão da artista, Josué Lopes, e conta com dez canções inéditas, assinadas por vários compositores, como Tony Ricardo, Anderson Freire, Eyshila, Adelso Freire e Gislaine & Mylena. A faixa-título, “Coragem”, foi assinada por Jozyanne em parceria com Tony.
“Deus tem ministrado muito ao meu coração em todo esse tempo. E o que ficou marcado foi que não adianta ter esperança se você não tem atitude. E para ter atitude é preciso ter coragem. Assim nasceu o novo título do álbum”, disse a cantora, em entrevista à Revista Fiel.
Ainda, sobre o repertório, Jozyanne, ex-integrante do extinto Voices, resolveu regravar Sérgio Lopes e trazer uma versão, traduzida com a ajuda de sua filha. O cantor e compositor Eli Soares ainda interpreta “Preciso ser Curado” e é o único dueto do projeto.
A artista chegou a complementar suas palavras sobre o conceito do título, em comparação ao anterior. “Não adianta ter esperança se não temos atitude. Você precisa ter fé, ter esperança, mas também precisa ter coragem para vencer todos os desafios que aparecerão na sua frente! Deus se alegra com aqueles que são perseverantes, e a falta de coragem nos faz retroceder”, completou.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Culto do GA mostra força e união do departamento

A palavra de Deus diz que ele se alegra da união entre os irmãos e foi isso que presenciamos na noite do dia 16 de maio, culto do GA[Geração de Adoradores], o departamento de adolescentes da Igreja Assembleia de Deus em Santa Luzia.

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A presença do Senhor foi notória e o departamento mostrou mais uma vez sua força e união. Muita adoração, sentimento de gratidão pelo congresso realizado em março.

Templo cheio para o culto a Deus, que contou com a apresentação da peça 'Os Valentes de Deus', louvor com Daniella Morena e palavra poderosa ministrada pelo jovem Paulo.

A próxima reunião do conjunto será em 10 de junho, na noite de caldos. Tickets promocionais já estão a venda. Venha, colabore com o departamento de adolescentes da nossa igreja.

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domingo, 7 de maio de 2017

Especial: Qual a diferença entre arrependimento e remorso?

Qual a diferença entre arrependimento e remorso?

Galera, dando continuidade a diferença entre arrependimento e remorso, seguem alguns esclarecimentos importantes:

(1) Remorso é quando temos uma espécie de inquietação, de culpa pela prática de algo. Porém, o remorso não nos leva ao arrependimento genuíno. O remorso não vai além da culpa por ter cometido algo reprovável. 

Ele não produz mudança de vida. Geralmente está mais ligado a um forte sentimento de censura (porque algo que fizemos saiu do controle ou não produziu o efeito que desejávamos), mas não leva a pessoa a mudanças de atitude significativas.

(2) Arrependimento é uma mudança de ideia, de direção, de atitude. O arrependimento para ser realmente arrependimento precisa trazer em si o desejo da pessoa em mudar de direção. 

É por isso que a Bíblia nos ensina a nos arrepender de nossos pecados e não apenas ter remorso deles. Arrepender-se implica em mudança de direção e profundo pesar pelo pecado cometido. Daí Jesus dizer “Vá e não peques mais” quando perdoava alguém.

(3) Para exemplificar o remorso e o arrependimento em ação vamos usar dois personagens bíblicos: Judas, o que traiu Jesus, cometeu um grave erro, traiu o Senhor Jesus por 30 moedas de prata e o entregou aos soldados com um beijo. O texto diz o seguinte sobre Judas: “Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo. Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se” (Mateus 27:3-5). 

O texto é claro em mostrar que Judas parece ter sido surpreendido com o que ocorreu com Jesus. Talvez ele não esperasse que sua atitude levaria a situação tão longe. Diante desse fato o remorso tomou conta dele, mas não o arrependimento. Se o arrependimento estivesse na vida de Judas ele não teria se enforcado, antes, teria buscado ocasião de pedir perdão a Jesus de alguma forma.

(4) O apóstolo Pedro também pisou na bola com Jesus. Diante das pessoas que o questionavam de conhecer a Jesus, Pedro O negou veementemente: “Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo” (Mateus 26:74). Após ver o pecado que cometera, Pedro chorou amargamente (Mateus 26:75). 

O que nos mostra que Pedro se arrependeu, e não apenas sentiu remorso, são os frutos de arrependimento vistos na vida dele. Ele chorou pelo pecado que cometeu. Mas logo depois estava junto aos discípulos, buscando novamente a Jesus (João 20:1-10). E permaneceu firme na fé. Sabemos muitos outros detalhes que mostram que Pedro se reergueu e avançou sua vida perdoado por Deus e servindo a Ele.

Estudo extraído do site Esboçando Ideias

'Maio Laranja' visa combater abuso e exploração de jovens e adolescentes

Maio Laranja
Foi protocolado, na Câmara Municipal de Belo Horizonte (MG), o Projeto de Lei que institui a campanha “Maio Laranja” e o Dia Municipal de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
O objetivo é que, no mês de maio de cada ano, o município promova atividades visando a conscientização, prevenção, orientação e combate ao abuso e à exploração sexual no âmbito de atuação do Poder Público Municipal.
A cor laranja foi escolhida para marcar a campanha como um sinal de “alerta” de que precisamos estar atentos à uma realidade à nossa volta, muitas vezes, bem perto de nós, que precisa da nossa ação para ser combatida.
O projeto busca ressaltar a importância do Poder Público Municipal implementar um Plano de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes que garanta atenção à toda a família por meio da atuação em rede, fortalecendo, assim, a aplicabilidade da Lei Federal 8.069/90, que é o Estatuto da Criança e do Adolescente.
O estabelecimento de um mês destinado à conscientização sobre a realidade da exploração sexual de crianças e adolescentes é de suma importância já que o tema é de grande complexidade, tanto na vida dos que sofrem o abuso quanto para os que estão à sua volta e convivem com as marcas deixadas por estas ações. “Queremos ampliar o conhecimento da população e dos profissionais que trabalham direta e indiretamente com essas crianças e adolescentes, ampliando as estratégias de denúncias e suas possibilidades de enfrentamento junto ao município”, afirma o vereador e pastor Fernando Borja.
O projeto também objetiva sensibilizar os profissionais da saúde e da educação, assim como a sociedade em geral, sobre os aspectos, os sinais de identificação e as consequências da violência sexual, dando publicidade aos canais de denúncias.
A conscientização sobre o tema e a prevenção contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes são os meios mais eficazes que o Poder Público tem para tratar do assunto, em vez de tentar minimizar os seus efeitos depois que os atos são consumados contra as vítimas.
É preciso expandir informações sobre os sinais, sintomas, formas e estratégias de detecção e consequências da violência sexual, e Belo Horizonte precisa conhecer os fatores da realidade vivenciada por inúmeras crianças e adolescentes. Participe desta campanha! “Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados” (Provérbios 31.8).
:: GERMANA GELAGE | ADAPTAÇÃO LAGOINHA.COM

Cristãos mostram força em cenário cinematográfico

Cena do filme 'Quarto de Guerra'
O cinema e os cristãos com o passar dos anos estreitaram os laços, mas nem sempre essa relação foi próxima. Por décadas as igrejas e filmes tiveram mais atritos que elogios, mais críticas do que o reconhecimento de que a arte do cinema poderia passar ensinamentos religiosos.
Conforme O Globo, a mudança de visão veio com a possibilidade de um filme alcançar mais gente do que uma pregação aos domingos. Um bom exemplo está no trabalho de dois irmãos americanos, pastores da Igreja Batista de uma cidade com menos de 100 mil habitantes na Georgia.
Alex e Stephen Kendrick fizeram em 2003 seu primeiro longa-metragem, “A virada”, sobre um vendedor de carros que toma rumo na vida ao aceitar Cristo. Para encerrar a obra, eles conseguiram apoio de voluntários, pegaram equipamento emprestado e gastaram apenas US$ 20 mil.
Nos cinemas, “A virada” teve um lançamento discretíssimo, arrecadando US$ 37 mil. Mas o que aconteceu em DVD iluminou o caminho dos Kendrick. Foram 300 mil cópias vendidas, semeando o terreno para outros quatro filmes, todos de baixo orçamento e com retorno milionário.
O último foi “Quarto de guerra” (2015), um drama sobre uma família em crise que custou US$ 3 milhões, mas foi lançado pela Sony e lucrou US$ 67 milhões só nos cinemas dos EUA.
“Graças a Deus, ‘Quarto de guerra’ também foi um sucesso no Brasil, com um público de mais de 600 mil pessoas. De DVD vendemos 40 mil unidades”, afirmou Ricardo Carvalho, gerente de marketing artístico da distribuidora Canzion Films, uma multinacional fundada no México há 30 anos e que lançou a obra dos Kendrick no Brasil.
“Nós buscamos filmes que tenham uma mensagem que possa abençoar as pessoas e as aproximar de Cristo. A gente convidou pastores para as sessões. Se eles gostam, recomendam o filme em suas igrejas”, explicou Carvalho.
Para o mercado cinematográfico, que durante tanto tempo lamentou a venda de cinemas de ruas para igrejas, é uma reviravolta digna dos mais incríveis milagres bíblicos.

Marketing boca a boca

Essa estratégia segmentada de marketing tem sido regularmente utilizada, com sucesso. Boa parte das produções cristãs não aparece em reportagens de jornal nem ganha espaço publicitário em outdoors nas ruas. Mas seu público fica sabendo, seja pelo boca a boca dos fiéis, ou pelo sermão na igreja.
“Não é fácil produzir um filme cristão. Às vezes uma única cena acaba fugindo do foco, e para esse público a mensagem é o mais importante”, explicou Ygor Siqueira, ex-diretor executivo da Graça Filmes e hoje dono de sua própria empresa, a 360WayUp.
O cinema brasileiro também vem, aos poucos, acompanhando o movimento do mercado. Lançado no ano passado como adaptação da novela da TV Record, “Os Dez Mandamentos” se tornou a maior bilheteria da história do país, com 11,3 milhões de ingressos vendidos.
Do Gospel Prime

Culto de Mocidade em Laranjal se destaca na inclusão dos jovens

Toda honra e toda glória ao Senhor Jesus


O Culto de Mocidade do mês de maio realizado na congregação de Laranjal, na noite de ontem[06/05] se destacou pela presença de Deus em primeiro lugar e ademais pela presença de diversos jovens e adolescentes do campo de Santa Luzia.

Perceptível, a inclusão dos integrantes na visão de unidade da liderança que quer que todos 'coloquem a mão na massa'.

A mensagem trazida pelo jovem Raphael Pereira discorreu sobre Lucas 4, o ministério de Jesus visando os necessitados e pregando a palavra como referenciais para nós mantermos em foco hoje.

O próximo culto será realizado em junho na sede Rua Euclides Ninho, 23 em Santa Luzia.

O perdão e seus efeitos

O perdão é algo tão poderoso que tem efeitos positivos diretos na vida de quem perdoa e danosos na vida de quem não perdoa. A pessoa que não perdoa facilmente se denuncia. 

Primeiramente, pela face, porque a primeira coisa que vai embora do rosto daquele que acumula mágoa é o brilho e o sorriso espontâneo e gentil. 
Em segundo lugar, basta alguns minutos de conversa para que a pessoa esteja revele o interior, mostrando suas dores e ofensas não curadas no coração. Aos poucos surgem críticas, nomes, defeitos, inveja, sentimentos e traços negativos de quem está perdendo o melhor da vida e não está vendo.
Uma das faces ocultas da falta de perdão e que cega o indivíduo é que o maior prejudicado é ele mesmo, aquele que não perdoa. Essa pessoa fica cada dia mais ilhada, cercada de outros que carregam o mesmo sentimento. Por vezes, esse “adoecimento” da alma começa com uma ofensa não tratada, se desenvolve em uma mágoa e gera ao longo dos anos um rancor, que por si mesmo promove a inveja, normalmente nunca admitida, e que se não for tratada, chega ao ódio. 
Esse pecado, se não confessado e deixado, se transforma em uma ferida que dificilmente não deixará cicatrizes. A falta de perdão tem a capacidade de envelhecer uma pessoa jovem. Aos poucos, esse indivíduo vai se achando superior, pois para o orgulho ferido e falta de perdão, apenas os outros precisam mudar.
Você tem facilidade para lidar com o perdão? Acredito que a resposta seja “não”, porque lidar com o perdão não é uma tarefa tão fácil. Todavia, perdoar é um dos atos básicos da fé cristã. Nossa entrada na vida cristã só foi possível porque recebemos perdão de nosso Deus e Pai. 
Trata-se de um assunto bem tratado e claro em toda a Escritura Sagrada. Deus nos perdoou, mediante a obra de seu Filho Jesus, feita na cruz do Calvário em nosso favor. Amor e perdão sempre caminham juntos. “Deus é amor”, é a mais formosa definição que a Bíblia apresenta. E a maior prova do Seu amor para conosco foi perdoar todos os nossos pecados. 
Porque Ele nos ama, Ele nos perdoou. O perdão é, então, um atributo comunicável de Deus para todos nós.
Perdoar é um mandamento da Palavra de Deus. Não é um sentimento, nem depende da nossa vontade ou emoção, mas é fruto de uma decisão de obediência a Deus e Sua Palavra. A Bíblia diz: “Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo vos perdoou” (Efésios 4.32).
 E também: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha queixa contra outrem. Assim como o Senhor nos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3.13).
Quando Deus nos perdoou, colocou um fim à situação desastrosa em que nos encontrávamos, pois, estávamos condenados a morte como consequência do nosso pecado de desobediência. Deus nos chamou para uma nova vida, na qual o amor e o perdão sempre têm a sua máxima expressão. 
Perdoada a nossa ofensa, o relacionamento amoroso que nos une ao Pai Eterno foi restaurado. Diante desse ato de misericórdia e amor imerecido devemos, do mesmo modo, estender perdão a todo aquele que nos ofender. O perdão de Deus deve gerar em nosso coração o desejo de perdoar, incondicionalmente, tal como Ele fez conosco.
03Perdoar significa deixar de considerar o outro com desprezo ou ressentimento. É ter compaixão, deixando de lado toda a ideia de vingar-se daquilo que foi feito ou das consequências que sofremos. 
O perdão é libertação para nossa alma e para nossa vida interior. A base para o ato de perdoar é o completo e livre perdão que recebemos do Pai. Assim como Ele nos perdoou, nós perdoamos. Como filhos de Deus, o perdão que expressarmos deve ser análogo ao Seu perdão: “Perdoando-vos uns aos outros como, também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4.32), ensina o apóstolo. É inconcebível viver sob o perdão de Deus sem perdoar ao próximo. 
Quando Jesus ensinou Seus discípulos a orar, colocou um pedido ao Pai: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado os nossos devedores” (Mateus 6.12). É esse espírito de perdão que deve permanecer em nós. Se o Pai, antecipadamente, nos perdoou quando não éramos merecedores, em gratidão ao Seu amor perdoador, devemos também perdoar aos que nos ofendem. 
O perdão deve ser uma característica do nosso viver cristão. Se o amor perdoador de Cristo foi sacrificial – Ele se deu por nós –, da mesma forma devemos expressar amor dando-nos, em amor, por aquele que nos ofendeu.
Quando devemos perdoar? Há dois momentos, em especial, que o perdão deve se expressar:
• No momento em que somos atingidos, ou injuriados, maltratados, ofendidos e perseguidos. O exemplo de Estêvão mostra que ele perdoou no mesmo momento da agressão recebida: “Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7.60). Apedrejado até a morte, Estevão não pensou em si, apenas na situação dos agressores diante de Deus; perdoou-os e rogou por eles. Eis aí manifesto o mais elevado e magnífico espírito cristão de perdão. Esse primeiro mártir da fé cristã imitou o Senhor Jesus, que orou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34).
• Quando aquele que ofendeu pede perdão. Devemos estar preparados para perdoar, tão logo nos for solicitado o perdão. Deve ser uma atitude imediata e sem guardar ressentimento algum. Isso se expressará mais facilmente na medida em que amadurecemos em nossa vida espiritual. O perdão tem de ser um ato de nossa vontade disciplinada. Ele não é um sentimento, nem é facultativo. Ele resulta em colocar a nossa vontade sob a vontade de Deus.
Quantas vezes devemos perdoar? Essa foi a pergunta que Pedro fez a Jesus. A resposta do Senhor trouxe algo novo, demonstrando que já não estamos sob a Lei, mas sobre a graça de Deus. “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18.21, 22). 
Se a Lei determina um número de vezes para perdoar, o Evangelho de Cristo não determina números, mas a aplicação do amor em grau infinito. E o perdão a si próprio? Muitas vezes, antes de podermos perdoar os outros, devemos perdoar a nós mesmos. Habitualmente, somos mais duros conosco do que com os outros. Devemos recordar que Cristo nos perdoou. Mateus 22.39 nos ensina: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. 
Precisamos sentir que Ele nos ama e já nos perdoou. Para que isso ocorra, devemos lembrar a posição em que Deus já nos colocou: “Nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2.6). Precisamos nos ver como somos aos olhos de Deus e não segundo os nossos incorretos sentimentos. Em Cristo está a nossa vitória!
Quem perdoa vive mais e melhor, vive por cima e não por baixo. Vive para o céu! Perdoar é essencial ao nosso bem estar interno e ao testemunho externo da igreja. Sem essa prática, as ervas daninhas da amargura, do ódio e do ressentimento impedirão que você desfrute de uma vida plenamente feliz.
Você não pode obrigar que todos gostem de você, ou mesmo que aceitem seu perdão; porém, o seu coração precisa estar livre para dar e receber. Com 43 anos de idade e 21 de ministério pastoral, imagine quantas vezes precisei e preciso viver esse mandamento de Deus para poder prosseguir e continuar? 
Perdoar não é gostar do estilo de vida do outro, perdoar é poder orar para que Deus abençoe e prospere aquele que deseja o seu mal. Perdoe e sua vida será transformada e sua fé, fortalecida! Que Deus nos ajude!
Fotos: Internet
:: Carlito Paes

FaceTerror: Estado Islamico quer desenvolver sua própria rede social

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Os militantes do Estado Islâmico estão desenvolvendo sua própria plataforma de rede social. Preocupado em fugir das repressões de segurança das redes existentes, eles procuram divulgar suas comunicações e propaganda de outra maneira, explica o líder do Serviço Europeu de Polícia (Europol).
O diretor da Europol, Rob Wainwright, revelou que a nova plataforma online foi descoberta durante uma operação de 48 horas contra extremismo na internet, realizada na semana passada.
“Dentro dessa operação foi revelado que o Estado Islâmico está desenvolvendo sua própria plataforma de rede social, sua própria parte da internet, para divulgar sua agenda ideológica”, disse Wainwright em uma conferência de segurança em Londres. “Isso mostra que alguns membros do EI, pelo menos, continuam inovando nesse espaço”.
Durante uma ação coordenada pela Europol contra o Estado Islâmico e a Al Qaeda, que envolveu agentes dos Estados Unidos, Bélgica, Grécia, Polônia e Portugal, mais de 2 mil perfis de extremistas foram identificados, hospedados em 52 plataformas de rede social.
Nos últimos anos, os jihadistas usaram frequentemente as redes sociais convencionais para comunicações online. Além de difundir seus atos terroristas e execuções no Youtube, usaram redes abertas como o Twitter e fechadas, como canais privados do aplicativo de mensagens Telegram.
Companhias de tecnologia, como Facebook e Google, vem sofrendo uma pressão crescente para fazer mais para impedir a divulgação de material extremista on-line e tornar mais difícil que grupos como o Estado Islâmico se comuniquem por meio de serviços criptografados, evitando detecção por serviços de segurança.
Entretanto, Wainwright disse que o Estado Islâmico, ao criar seu próprio serviço, está tentando encontrar uma saída. Eles sabem do trabalho conjunto de agências de inteligência, forças policiais e ao setor de tecnologia para detectar seus passos no mundo digital.
“Nós certamente fizemos que fosse muito mais difícil para eles operarem nesse espaço, mas ainda estamos vendo a publicação desses vídeos horríveis, e comunicação sendo distribuída em grande escala por toda a internet”, disse Wainwright, acrescentando que não sabe se tecnicamente será mais difícil derrubar a própria plataforma do Estado Islâmico.
Com as crescentes derrotas no Iraque e na Síria e seu califado tendo chegado ao fim no Oriente Médio, especialistas alertam que o Estado Islâmico continuará se multiplicando ao gerar células radicais em outros países. A maneira mais fácil deles não desaparecerem e manter seus ideais vivos é justamente usando a internet.
Para Wainwright, atualmente a Europa está enfrentando “a maior ameaça terrorista dessa geração”.

Rede preferida

Para especialistas consultados pela BBC, o objetivo principal do uso das redes é popularizar o grupo entre pessoas que vivem longe do Oriente Médio e estimular os chamados lone wolves (em inglês, lobos solitários, ou pessoas que simpatizam com ideias do grupo, mas não fazem parte de sua estrutura formal) a entrarem em ação isoladamente em seus países.
Um artigo publicado no “auge” do EI ressalta a percepção sobre a importância do Twitter para os jihadistas. Em The ISIS Twitter Census [Censo do Estado Islâmico no Twitter], pesquisadores do Brooking Institute mapearam 46 mil contas ligadas ao EI na rede social.
Três em cada quatro dos perfis usam o árabe como idioma principal; um em cada cinco preferem o inglês. Havia também alguns poucos em português. A grande maioria das contas mapeadas pelo estudo estava hospedada no Iraque, na Síria e na Arábia Saudita. Houve alguns registros no Ocidente – três contas na França, uma no Reino Unido, uma na Bélgica e duas no Brasil.
“O uso da rede social visa espalhar propaganda e recados para todo o mundo, além de pescar pessoas vulneráveis ao radicalismo”, diz o artigo, que destaca ser difícil identificar provas concretas de recrutamento por esse meio. 
Texto Jarbas Aragão [Gospel Prime]
Imagem Galileu.